A caminhada cristã não é isenta de desafios. Muitas vezes, nos encontramos em situações que testam nossa fé e nos fazem questionar nossa própria força. A música “Situações”, do Grupo Logos, expressa essa realidade, mas também nos lembra de uma verdade fundamental: em Cristo, somos mais que vencedores. Ele nos fortalece para perseverarmos, independentemente das circunstâncias. Mas como manter essa perseverança diante das dificuldades?
A Bíblia nos ensina que a perseverança é essencial para a vida cristã. O apóstolo Tiago nos exorta: “Meus irmãos, tenham por motivo de grande alegria o fato de passarem por várias provações, sabendo que a provação da fé que vocês têm produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, para que vocês sejam perfeitos e íntegros, sem que lhes falte nada.” (Tiago 1:2-4, NAA). Esse texto nos mostra que os desafios não são em vão; Deus os usa para moldar nosso caráter e fortalecer nossa fé.
Amados irmãos, a soberania de Deus é uma verdade fundamental das Escrituras. Sabemos que os planos do Senhor não podem ser frustrados (Jó 42.2) e que Ele age conforme o beneplácito da Sua vontade (Ef 1.11). Mas, diante disso, uma pergunta pode surgir: se Deus é soberano, por que devemos orar? Será que nossas orações fazem diferença?
Hoje, vamos refletir sobre a importância da oração na vida do cristão, sua relação com a soberania de Deus e como devemos nos aproximar do Senhor em oração.
Maria, a mãe de Jesus, é uma das figuras mais importantes da história. Ao longo dos séculos, muitos debates aconteceram em torno do seu nome. Há aqueles que atribuem à ela o que a Escritura não diz e há outros, que a privam de privilégios que Deus a concedeu. Destacaremos, aqui, dois pontos:
1. O que disseram sobre ela que não confere com a Escritura
Não podemos honrar Maria, atribuindo a ela o que não está na Bíblia, e tampouco fazia parte de sua fé. Há aqueles que a chamam de Mãe Deus, mas Jesus, como Deus preexistiu à criação do universo. Portanto, Jesus como Deus não teve mãe e como Homem não teve pai. Também, colocam-na na posição de Mediadora e Co-redentora. Porém, a Escritura afirma explicitamente que não há nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos (At 4:12), exceto o nome de Jesus, e que não há outro mediador entre Deus e os homens, exceto Jesus (1Tm 2:5). Ele é a porta do céu. Ele é o caminho para Deus. Ainda afirmam que ela não teve outros filhos. Jesus, porém, foi o unigênito do Pai, mas o primogênito de Maria. José não a conheceu até o nascimento de Jesus. Obviamente, depois José e Maria tiveram um relacionamento normal como marido e mulher (Mateus 13:55-57).
Não temos como medir a fidelidade ou a motivação íntegra de ninguém, nem mesmo a nossa. O coração do ser humano é enganoso. Porém, é certo que o Senhor Deus nos conhece muito bem. Enquanto enxergamos apenas o exterior, Deus vê o coração (1Samuel 16:7b).
Todos nós temos ministério na Igreja do Senhor Jesus, pois somos servos e mordomos. Cuidamos dos bens do Senhor, e o padrão divino é a fidelidade. Deus não nos mede pelos resultados ou pelo desempenho, mas pelo investimento fiel dos talentos. A aprovação de Deus é baseada em fidelidade, não em performance. Ele não se engana com as aparências. Crendo assim, toda a nossa motivação deverá estar concentrada nessa afirmação, que resgata o propósito da vida: "Somente a Deus toda a glória". O ponto que esse slogan defende é de que só Deus deve ser glorificado em nossa salvação, no louvor e na nossa vida.
Deus deve ser glorificado em nossa salvação. Fomos salvos somente pela graça, que só vem de Cristo e é pela fé nEle somente. Não existe qualquer possibilidade de dizer que ajudamos a Deus ou que fizemos algo em prol da nossa salvação. Desde o seu nascimento, o ser humano é incapaz de fazer qualquer coisa para ser salvo diante de Deus.
Cristo, soberana e graciosamente, pagou o preço pelos nossos pecados. Ele zerou a nossa dívida com o Deus santo. Cobriu-nos com a Sua justiça. Quer dizer, Sua justiça foi creditada em nossa conta. Toda a glória ao Senhor!
Deus deve ser louvado na nossa vida. A partir da compreensão da graça de Deus, em Cristo Jesus, as atividades eclesiásticas e todas as demais da nossa vida comum passaram a ter um novo significado, uma nova motivação. Devemos fazer o melhor para o Senhor. Nossos deveres, nossas funções ou nosso trabalho devem ter como propósito dar honra e glória ao nome de Deus. O desafio é ser bênção onde Ele nos colocar. "Tudo quanto fizerdes fazei-o de todo o coração, como para o Senhor, e não para homens" (Colossenses 3:23). Vivamos, na força que Ele supre, uma vida digna, honesta, responsável e frutífera."Quem, porém, é suficiente para estas coisas? […] A nossa suficiência vem de Deus" (2 Coríntios 2:16; 3:5).
Somos "despenseiros de Deus". Continuemos cuidando dos bens do Senhor e sejamos encontrados fiéis. Jamais vivamos para os aplausos humanos. O julgamento divino é o que conta: "Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei" (Mateus 25:21). O julgamento de Deus se dará quando da volta gloriosa do Senhor Jesus. "Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel” (1 Coríntios 4:1,2). "O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é o que vos chama, o qual também o fará" (I Tessalonicenses 5:23,24).
Soli Deo Gloria: essa declaração resgata o fim principal da nossa vida.
"Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos." (Fp 4:4)
Deixe-me fazer uma pergunta pessoal, talvez desconfortável: você é feliz? As pessoas ao seu redor podem garantir que você é a uma pessoa feliz?
Este texto nos mostra que a alegria não é uma opção, mas um mandamento. O verbo está no imperativo: alegrai-vos! Sendo assim, não ser uma pessoa alegre é um pecado de desobediência a uma ordem expressa de Deus.
Além disso, a alegria do cristão não depende das circunstâncias. Paulo não escreveu essas palavras na bonança da vida, mas preso em Roma!
E, também, a alegria do cristão não é um mero sentimento, mas está em uma pessoa: em Cristo. Paulo diz: “alegrai-vos no Senhor”.
A alegria do cristão é imperativa, ultracircunstancial e cristocêntrica.
"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim." (João 14:1)
Não deixe seu coração perturbado, escurecido, confuso, angustiado... São coisas da alma, percebe? E lendo isso, automaticamente nossa mente pode pensar: "Ora!! Muito fácil Jesus falar assim e dar uma ordem nesse nível. Ele não deveria ter lugar de fala, porque não é a realidade dele. Ele não carrega dores que eu carrego." Mas, será que não mesmo? Quero te convidar mais uma vez para vermos o contexto em que Jesus dá essa ordem. Quais fatos os cercam? Aí sim podermos julgar se foi fácil ou não para Ele.
Ele está presente, e isso é o que nos basta. (Marcos 4:35-41)
O tema já nos traz uma certa paz, né? Mas vamos ao começo dessa história... O que antecedeu a esse evento sobrenatural de Jesus acalmar uma tempestade?
Bom, Cristo passou o dia inteiro curando... O dia todo realizando ações sobrenaturais de milagres. A noite, cansando, ele vai descansar... Pega um barco com os discípulos e viaja para um lugar de descanso. Devido ao seu esgotamento, ele dorme no barco. Afinal, pessoas cansadas precisam descansar depois de um dia inteiro de trabalho, e Jesus, Homem, não seria diferente. Mas aí, vem uma tempestade e os discípulos ficam apavorados... Leram isso? Leiam de novo! Eles ficaram a-pa-vo-ra-dos, mesmo CRISTO estando no barco com eles.
Não sei se em seu coração você já se justificou ante práticas pecaminosas com sentimentos, ou pensamentos tais como o importante é que eu me sinta bem, ou, o importante é que eu seja feliz, ou ainda, após a prática desagradável a Deus, não aconteceu nada, então não foi tão grave assim. Pouco a pouco, a cristandade tem relativizado o pecado, e se conformado à época (leia-se século Rm 12.2), tem subestimado o pecado, andando na contramão do que ensina a Sagrada Escritura. Aqui, gostaria de te fazer alguns lembretes a respeito deste grande mal.