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"Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, — pela graça sois salvos" (Efésios 2:4,5).
Pastor: Aldo Marcos Teixeira / Presbitério de Maceió.
No dia 25 de outubro de 2025, o grupo de canto da Sociedade Auxiliadora Feminina (SAF) da Igreja Presbiteriana da Graça (IPG) participou do 4º Encontro de Coros, promovido pela Federação das SAFs do Presbitério de Maceió (PMCZ). O evento foi realizado na Igreja Presbiteriana do Jacintinho, em Maceió (AL), e reuniu grupos de canto representando dez igrejas presbiterianas da região.
Além das apresentações musicais de cada igreja, a programação contou com momentos de oração, testemunhos edificantes e um almoço de comunhão oferecido pela igreja anfitriã. Foi um dia precioso, marcado pela adoração, pela partilha de experiências cristãs e pela alegria de servir ao Senhor por meio da música.
O encontro reforçou o valor do louvor congregacional e o papel das Sociedades Auxiliadoras Femininas no fortalecimento espiritual das igrejas locais. Em cada cântico, transparecia a gratidão e o amor das irmãs que, com suas vozes unidas, exaltaram o nome de Deus.
Como bem expressa o salmista:
“Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor, todas as terras.” (Salmo 96:1)
Entre os dias 10 e 12 de outubro de 2025, quinze casais participaram do retiro espiritual “Casamentos Transformados”, promovido pelo Departamento de Casais da Igreja Presbiteriana da Graça (IPG). O encontro aconteceu na Pousada Deu Praia, em Maragogi (AL), proporcionando um tempo especial de comunhão, descanso e renovação espiritual.
Durante o final de semana, todos foram conduzidos a refletir sobre o propósito de Deus para o matrimônio e a importância de cultivar relacionamentos firmados em Cristo. Momentos de estudo bíblico, oração e dinâmicas fortaleceram o vínculo conjugal e reforçaram a convicção de que o verdadeiro amor é sustentado pela graça e pela presença do Senhor. Mais do que um simples retiro, o evento foi uma oportunidade para que cada casal experimentasse o poder transformador do Evangelho dentro do lar.
O Retiro de Casais IPG 2025 deixa como marca o compromisso de continuar edificando lares sólidos e centrados em Cristo, para a glória de Deus e o testemunho do Seu amor no mundo. Ao comentar sobre o evento, o Rev. Aldo Marcos Teixeira, pastor da Igreja Presbiteriana da Graça, destacou a importância de momentos como este para o fortalecimento dos lares cristãos:
“Foram dias preciosos na presença de Deus. É uma grande alegria ver casais investindo no crescimento espiritual e familiar, mantendo o Senhor como o elo principal desse compromisso. Que Deus continue abençoando as famílias da nossa igreja!”
No último sábado, 27 de abril, o grupo “Graça em Movimento” — nossa recém-criada equipe de desportistas da Igreja Presbiteriana da Graça — participou com entusiasmo do 3º Trail Run, realizado em São Sebastião-AL.
Foi a primeira vez que o grupo se inscreveu em um evento esportivo oficial, e já começamos com o pé direito (apesar das ladeiras e do cansaço): fomos o maior grupo inscrito da competição! Pode até ser que não levamos medalhas para casa, mas levamos algo melhor: alegria, união, espírito esportivo e um belo testemunho público da nossa fé em movimento.
Nosso querido “treinador” Carlos Henrique (Rico) conseguiu o que muitos consideram milagre: reunir homens e mulheres, jovens e adultos, todos misturados, correndo juntos e incentivando uns aos outros — e sem ninguém fingindo lesão antes da largada!
O “Graça em Movimento” nasceu com a proposta de incentivar o cuidado com o corpo, a comunhão entre os irmãos e o testemunho cristão por onde formos — inclusive pelas trilhas de barro, pedras e suor. Já estamos animados para os próximos desafios!
Se você gosta de esporte (ou pelo menos de conversar enquanto caminha), vem com a gente. Aqui, todo movimento é pela graça — e com graça!
Quando falamos sobre a graça de Deus, normalmente pensamos na salvação. E com toda a razão. Não existe dádiva maior do que ser resgatado da condenação, perdoado dos pecados e reconciliado com Deus por meio de Jesus Cristo. É pela graça que somos salvos, mediante a fé, e isso não vem de nós: é dom de Deus (Ef 2.8-9).
A graça salvadora é, portanto, especialmente preciosa para o cristão. Não fizemos nada para merecê-la. Estávamos mortos em nossos delitos e pecados, incapazes de produzir a própria reconciliação com Deus. Contudo, por causa de seu grande amor, Deus nos deu vida juntamente com Cristo (Ef 2.1-5).
Entretanto, a graça não deixa de nos alcançar depois da conversão. Deus não nos salva e, em seguida, nos abandona para que prossigamos sozinhos. A graça que nos encontrou também nos sustenta. Ela nos ensina, corrige, fortalece e conduz. Deus nos salvou para que vivamos com ele, cresçamos em sua presença e aprendamos diariamente a depender dele.
Por isso, precisamos parar e observar. A vida cristã está repleta de manifestações da bondade de Deus que podem passar despercebidas quando vivemos apressadamente.
“Quando Jesus saiu dali, viu um homem chamado Mateus sentado na coletoria e lhe disse: — Siga-me! Ele se levantou e o seguiu.” (Mateus 9.9)
Fomos criados por Deus para encontrar n’Ele a nossa satisfação plena. Essa é a verdade fundamental da existência humana. No entanto, o pecado nos afastou desse propósito e distorceu os nossos afetos. Em vez de buscarmos a Deus, passamos a ser naturalmente inclinados aos nossos próprios interesses.
Essa inclinação se revela de muitas formas no cotidiano. Basta observar como funcionam as redes sociais e os ambientes digitais. Elas nos oferecem exatamente aquilo que mais nos atrai, criando verdadeiras armadilhas para manter nossa atenção cativa. Isso não acontece por acaso. Somos facilmente atraídos por aquilo que alimenta nossos desejos. Essa realidade não é nova. Ela apenas ganhou novas formas. O coração humano continua sendo o mesmo: inclinado a si mesmo, distante de Deus e facilmente seduzido por aquilo que promete satisfação, mas nunca entrega plenamente.
É nesse contexto que encontramos o chamado de Mateus. Mateus, também chamado Levi, era um coletor de impostos, um publicano (Mt 10.3). Para compreendermos o peso desse chamado, precisamos entender sua posição na sociedade.
Há algo curioso na vida que sempre nos chama a atenção: a rapidez com que as crianças crescem. Quem convive de perto percebe isso com clareza. De um momento para o outro, aquilo que parecia pequeno, dependente e limitado começa a se desenvolver, amadurecer e assumir novas responsabilidades.
Esse crescimento é esperado. Ninguém se alegra quando uma criança não cresce. Pelo contrário, isso gera preocupação. O crescimento é parte natural da vida.
Mas quando olhamos para a vida espiritual, precisamos fazer uma pergunta honesta: como está o nosso crescimento diante de Deus? Desde o nosso novo nascimento, temos avançado? Temos amadurecido? Ou permanecemos estagnados?
O apóstolo Paulo, em Efésios 4.11–16, nos conduz exatamente a essa reflexão. Ele nos mostra que a vida cristã não foi planejada para permanecer na imaturidade. Fomos chamados para crescer.
“Partindo Jesus dali, viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria, e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e o seguiu.” (Mateus 9.9)
Há uma verdade fundamental sobre a nossa existência que, muitas vezes, tentamos ignorar: fomos criados para Deus. Fomos feitos para encontrar n’Ele a nossa satisfação plena, o sentido da vida e o descanso da alma. No entanto, a história humana é marcada por desvios desse propósito. Em vez de vivermos para Deus, passamos a improvisar caminhos, tentando preencher o vazio do coração com aquilo que nunca poderá nos satisfazer.
O pecado exerce exatamente esse papel. Ele nos seduz, nos engana e nos conduz a buscar satisfação em nossos próprios interesses. Não é algo ocasional, mas uma inclinação natural do coração humano. Um exemplo contemporâneo disso pode ser visto nas redes sociais, onde algoritmos identificam aquilo que nos atrai e passam a nos oferecer continuamente mais do mesmo. Não se trata apenas de tecnologia, mas de uma dinâmica que revela o nosso interior: somos facilmente atraídos por aquilo que alimenta nossos desejos.
É nesse contexto de distração, sedução e busca por satisfação fora de Deus que o texto de Mateus 9.9 nos apresenta uma intervenção graciosa e poderosa de Jesus.